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O batismo nas águas

“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém” (Mateus 28:19,20) Introdução Qualquer agremiação, grupo ou fraternidade possui um rito de admissão. Jesus instituiu o Batismo nas Águas como uma ordenança pela qual todo cristão deve passar. Este ordenança não tem apenas um valor simbólico, mas um valor transcendental pelo qual nos identificamos com Cristo e com a Igreja, seu corpo místico. “De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida” (Romanos 6:4) O que é o Batismo nas águas? a) Imersão. O verbo grego ‘baptizo’ dá a idéia de mergulhar, cobrir totalmente com água. O batizando deve ser totalmente mergulhado em água, seja esta corrente ou não. Por...

Escola Bíblica Dominical: uma escola para todos

Texto: Neemias 8.1-8 INTRODUÇÃO No terceiro domingo de setembro comemoramos o Dia Nacional da Escola Bíblica Dominical. Sua origem remonta o Antigo Testamento. Nos dias de Moisés, os pais são responsabilizados em ensinar aos seus filhos a Lei do Senhor. Mais tarde, com o advento do ministério profético, nas Escolas de Profetas eram onde os jovens profetas recebiam o ensino das Escrituras. Durante o cativeiro, privados de freqüentar o Templo em Jerusalém, os judeus criaram as sinagogas, salas de culto e estudo da Lei. Após o cativeiro, encontramos Esdras ensinando o Livro da Lei a homens, mulheres e crianças. Jesus se preocupou com o ensino da Palavra. Tanto é que montou um curso teórico-prático onde 12 homens estudaram por três anos e meio. A Escola Dominical como a conhecemos hoje tem sua data de fundação em 03 de novembro de 1783, mediante a visão dada por Deus a um jornalista da cidade de Gloucester, Inglaterra. A idéia original era ensinar crianças e adolescentes a ler, escrever e ...

A ressurreição de Jesus

“E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé” (1 Co 15.14) Servimos a um Cristo que venceu a morte, removendo qualquer dúvida a respeito do Seu Reino. A ressurreição de Jesus é a razão de ser do cristianismo, o cerne da nossa fé. Ele mesmo deu testemunho de ser a ressurreição e a vida. Se Jesus não estivesse vivo, seríamos como os idólatras que servem a deuses mortos que nada podem fazer por seus seguidores. Logo, nossa pregação perderia a eficácia. .: A ressurreição profetizada Os principais acontecimentos relacionados à vida terrena de Jesus foram revelados por Deus de maneira prévia a fim de calar qualquer argumento contrário à divindade de Jesus. A ressurreição de Jesus foi predita: a) Pelo Rei Davi : “Pois não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção”(Sl 16.10) b) Pelo profeta Isaías : “quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus ...

A morte vicária de Jesus

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.: Introdução A expressão “vicária”, segundo o Dicionário Aurélio, vem latim vicariu e dá idéia de alguém “que faz as vezes de outrem”, de substituição. A morte de Jesus não foi apenas a morte de um herói ou de um simples mártir. Cristo padeceu em nosso lugar, pagando diante do Pai a dívida do pecado que para nós era impossível de ser quitada. Vejamos algumas lições espirituais extraídas do sacrifício expiatório de Jesus. .: 1. A penalidade da culpa Uma dos atributos divinos é a justiça. Assim, o pecado cometido por nossos primeiros pais ofendeu a santidade do Senhor e isto implicou em uma penalidade pela culpa: morte física e morte espiritual (separação de Deus). “A alma que pecar, essa morrerá” (Ez 18.20) E esta penalidade é extensiva a toda a humanidade, já que cada ser humano já nasce pecador, pois possui uma natureza decaída que se opõe ao plano original de Deus. “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os h...

Poder de Deus ou "poder" dos amuletos?

É com muito pesar que constatamos que em muitas igrejas o culto cristão já perdeu o foco da adoração ao Senhor Jesus e metamorfoseou-se numa espécie de vitrine-show de bênçãos materiais obtidas através de rosas, fitinhas, trombetas, escudos, martelos e outros balangandãs que até nos deixam perplexos pela criatividade de seus criadores. Parece-nos que a pregação genuína da Palavra já não é suficiente para atrair corações aos pés do Senhor. Contudo se acreditamos por axioma, ou seja, por premissa universalmente verdadeira sem exigência de demonstração, que a Palavra de Deus é viva e eficaz (Hebreus 4:12), a falha certamente está em obreiros que já não sabem mais o que significa ser instrumento e depender exclusivamente do agir de Deus em suas vidas. Assim, já não militam legitimamente (2 Timóteo 2:5), pois pregam um “evangelho capenga” que depende de moletas místicas a fim de que produza o re($)ultado esperado. O profeta Habacuque já afirmava: “o justo pela sua fé viverá” (Habacuque 2:4b...

A providência divina

“O Senhor é meu pastor; nada me faltará” (Salmos 23:1). Ao reconhecer que o Senhor é seu pastor, Davi traz à nossa mente duas figuras pitorescas da Palestina: a ovelha e o pastor. A ovelha, por ser um animal dócil ao extremo e indefeso, tem sua sobrevivência atrelada aos cuidados do pastor. Já o pastor, caracterizado pela paciência, pelo amor e dedicação com que se relaciona com seu rebanho, chega a ponto de sacrificar sua própria vida frente a perigos como animais ferozes ou salteadores que tentam atacar suas ovelhas. Seu amor é tão grande por cada ovelha que se uma delas se desgarra, ele é capaz de deixar seu rebanho no aprisco e sair em busca da ovelha perdida até que a encontre (Lucas 15:4). Entendemos, portanto, a razão do Senhor Jesus autodenominar-se o Bom Pastor, enfatizando assim seu amor, cuidado e sacrifício por suas ovelhas, por seus filhos (João 10:11). Deus espera que sejamos ovelhas e não bodes, pois estes, apesar da semelhança, são agressivos por natureza e nem sempre s...

Dez passos para fechar sua igreja

(Adaptado de “Como matar a sua entidade”) 1 – Não freqüente os cultos, orações, vigílias, campanhas, consagrações, ensaios, reuniões, muito menos a Escola Dominical, mas quando comparecer procure algo para reclamar. 2 – Sempre que comparecer a alguma atividade de sua congregação, encontre falhas no seu líder, seja ele/a regente, dirigente, professor/a de EBD, Auxiliar, Diácono, Diaconisa, Presbítero, Coordenador, Evangelista ou até Pastor. 3 – Nunca aceite uma incumbência dada pelo seu líder. Lembre-se que é mais fácil criticar do que realizar. 4 – Se o Ministério pedir a sua opinião sobre um importante assunto, responda que não tem nada a dizer e depois espalhe como deveriam ser as coisas. 5 – Não faça nada além do absolutamente necessário, porém, quando os obreiros estiverem trabalhando com toda boa vontade e interesse, para que tudo ocorra bem, afirme que sua Congregação está sendo manobrada por um “grupinho”. 6 – Não leia os periódicos da Igreja e converse bastante na ho...